Descaso e Abandono: A Polêmica dos Abrigos de Ônibus.
Oposição Denuncia Descaso em Abrigos de Ônibus de São Cristóvão; Custos de R$ 24 Mil por unidade Causa Polêmica
Vereadores de oposição realizaram uma fiscalização nos abrigos de ônibus da cidade de São Cristóvão, cujas licitações apontavam um custo unitário em média de R$ 24 mil, gerando imediata controvérsia e questionamentos sobre a gestão pública.

registro de um dos abrigos
A Fiscalização e as Irregularidades
Os vereadores Leandro da Renovação, Lilo Abençoado, Fábio Santana e Regi do Rosa Maria visitaram os abrigos e observaram um quadro de total descaso, além de constatarem que as obras estão inconclusas.
Segundo os parlamentares, o alto valor de R$ 24 mil por unidade é exacerbado, principalmente considerando que um dos equipamentos previstos, uma lixeira, foi orçado em R$ 1 mil.

registro de outro abrigo
Os vereadores contestam as irregularidades encontradas, incluindo a ausência dessas lixeiras, além de matos e lixos no local.
Moradores entrevistados durante as visitas reforçaram as queixas, reclamando da péssima estrutura dos abrigos e classificando os valores como absurdos.

registro de outro abrigo
🗣️ Questionamento Antigo e Ação Futura
O questionamento sobre os custos não é recente. Vale lembrar que, em 2024, o vereador eleito pela oposição, "Cabo Vitor", já havia se pronunciado sobre o assunto. Atuando também no ramo da construção civil, ele afirmou na ocasião que conseguiria erguer cada abrigo por um custo muito menor, cerca de R$ 8 mil.
O vereador na época candidato chegou a declarar, em entrevista:
"Realmente é algo que deveria ter uma intervenção do Ministério Público, para fazer um levantamento orçamentário."
Em resposta à situação, os vereadores alegam que farão uma solicitação formal ao Ministério Público para que sejam feitas averiguações detalhadas nas licitações e em todos os componentes que justificaram o valor final de cada abrigo.
Enquanto a polêmica se arrasta, a população continua sem abrigos adequados para uso e questiona veementemente a má gestão do dinheiro público.
Por Anderson Márcio
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